Sabe, parei para pensar e percebi o quanto a nossa rotina, o lugar em que moramos, nossa religião e as pessoas que estão ao nosso redor, mas principalmente o tempo (que há quem diga é o senhor da razão...) mudam a nossa percepção da vida e do mundo, o modo que enxergamos toda essa ‘jungle’ ao nosso redor, as metas a serem traçadas e os objetivos reais de nossas humildes vidas...Continuando nessa mesma linha de raciocínio, mas totalmente voltada à mim, vejo o quão crítica sou! Com basicamente tudo na minha vida e isso é uma verdadeira maldição! (como aquela velha estória de ser imortal e assim assistir à morte de todos os seus inimigos e por outro lado também assistir à morte de todos aqueles que ama...complicado, não?) pois exijo muito, MUITO MESMO de mim mesma: mais atenção e consequentemente menos distração, mais responsabilidade e atitudes mais maduras e menos preguiça e atitudes infantis e cada vez mais sabedoria para saber discernir o bom do ruim e o bom do melhor (...), sabe, pra quem não sabe eu, de vez em sempre passo por umas crises de identidade (pelo menos é assim que eu chamo as minhas crises...:) e começo a cobrar de mim mesma o porquê de tanta cobrança e auto crítica, sei também que isso é no mínimo paradoxal, mas fazer o quê? /é um fato!/ mas ao mesmo tempo isso me faz um bem danado (!), pois percebo assim o quão mais madura estou ficando seja espiritualmente, psicologicamente, emocionalmente, culturalmente (...) e assim aumentando a bagagem dessa viagem que nada mais é do que a vida...e como eu mesma diria: ‘Não leve a vida tão à sério, afinal, você não sairá vivo dela! =D’ mas com isso cheguei à conclusão de que TUDO isso é apenas uma fração do todo da minha vida!
POST SCRIPTUM: o título deste post foi inspirado no título da música ‘Nine In The Afternoon’ do Panic At The Disco, pois a sensação que sentia ao escrever esse post é uma sensação parecida, talvez igual à sensação que sinto ao ouvir essa música...recomendo! quem sabe você não sente a mesma sensação?
Cuidem-se, beijo.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
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Trinity: I know why you're here, Neo. I know what you've been doing... why you hardly sleep, why you live alone, and why night after night, you sit by your computer. You're looking for him. I know because I was once looking for the same thing. And when he found me, he told me I wasn't really looking for him. I was looking for an answer. It's the question that drives us, Neo. It's the question that brought you here. You know the question, just as I did.
ResponderExcluirNeo: What is the Matrix?
Trinity: The answer is out there, Neo, and it's looking for you, and it will find you if you want it to.
Nayara, nada como um ter blog pra se expressar, é muito bom sem dúvidas.
ResponderExcluirTexto bem verdadeiro, nós jovens somos calouros nessas novas nuances que a vida vai apresentando e até natural que nos sintamos meio em 'crise'. O que não pode ocorrer é que deixemos se apoderar pela rotina emocional e não experimentar nada de excêntrico só pelo fato de nos enchermos de responsabilidades.
Se tem uma coisa que eu busco na vida é nunca ficar na normalidade, não quero ser somente uma máquina de capital como muitas pessoas são.
Como um homem muito sábio chamado David Hatcher disse: - No fim da vida você não vai dizer 'poxa não trabalhei tanto quanto deveria', mas vai lembrar das pessoas a quem não dedicou tempo e das coisas que poderia ter realizado para o seu bem e dos outros. O mundo precisa de uma séria reavaliação de conceitos e prioridades. E essa mudança começa em nós que somos jovens. Bjão!
Ah, e sobre Nine In The Afternoon, ótima música pra ter essas sensações mesmo!
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